Ser capaz de se levar feito folha ao vento, desfrutando das perplexidades sem medo do seu conteúdo. Fazer das mazelas das dúvidas apenas uma abertura para se chegar mais perto de si. Se duvido, investigo e questiono, é porque tenho em mim a capacidade de chegar as respostas. E se preciso não de uma, mas de duas, três, mil tentativas que sejam, não importa. Serei paciente. Antes demorar que não chegar nunca porque sequer ouviu da vida a pergunta. Que ela continue em seu trabalho de levar-me a mim mesma. Sei que um dia chego lá. Por enquanto, ouço as perguntas. As respostas, quando as tiver, soprarei ao vento.
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